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© 2009 Marcia Mendes

Divino Criador
Faz de mim uma força pelo bem
Remove de minha consciência todos os pensamentos que aqui me prendem
Todo objetivo eu te entrego
Todos os compromissos eu te entrego
Peço apenas para ser carregado em Seus braços para que eu conheça a alegria da entrega total.
Que eu não seja tentado a pensar em insignificâncias, a dar importância e por isso sofrer
Envie Seu espírito para me elevar acima da dor e da confusão deste mundo
Dá-me nova juventude e um espírito livre e feliz
Mostra-me a alegria do perdão total
Quem quer que eu não perdoe, mostra-me como conseguir, pois desejo livrar-me das culpas deste mundo
Divino Criador
Faz-me feliz
Estou pronto para superar minha dor infantil.
Sou Grato
Marcia Mendes, Niterói/Savador, Setembro 2009
Crescimento: um desafio
Até o momento, parece que temos grande resistência em olhar para nossa vida e para nosso mundo com honestidade emocional. E acho que estamos procurando evitar mais dor. Estamos evitando aquela sensação de desesperança que achamos que vamos sentir quando nos confrontarmos com a enormidade das forças que obstruem nosso caminho. Entretanto, a verdade é que só conseguiremos finalmente enxergar a luz quando encararmos a escuridão. Esta é a alquimia da transformação pessoal. Só depois que encaramos o limite daquilo que podemos fazer é que começa a se manifestar em nós a infinidade do que Deus é capaz.
Todo problema implica uma pergunta: Você está pronto para incorporar aquilo que diz acreditar? Você consegue alcançar dentro de si bastante clareza, força, perdão, serenidade, amor, paciência, e fé para dar uma reviravolta? Este é o significado espiritual de qualquer situação: não aquilo que acontece conosco, mas aquilo que fazemos com que nos acontece e quem decidimos nos tornar por causa do que aconteceu. A real falha é o fracasso em crescer com base naquilo por que passamos.
Percebi em mim mesma que, se alguma coisa sem importância deu errado – não acho algo que deixei num determinado lugar, minha filha não fez o que pedi – fico facilmente nervosa. Mas se alguém liga para informar sobre um problema serio – percebo uma calma profunda tomar conta de mim enquanto reflito a respeito do problema.
No primeiro caso, minha inclinação a ficar desvairada não atrai soluções, ao contrário, retarda-as. Não existe nada em minha energia pessoal que convide os outros a vir ajudar, nem eu possuo a clareza necessária para pensar sobre a questão e descobrir o que fazer a seguir. No último exemplo, porém, toda minha energia se move em direção a um nível mais elevado, em busca de solução: meu coração se encontra a serviço dos outros, e minha mente está concentrada e aberta. Quando me coloco no resultado do problema, eu me torno parte dele. Mas quando estou centrada em mim, eu me torno parte da solução. E esse fenômeno, multiplicado milhares de vezes, é a FORÇA que salvará o mundo.
Quando as coisas estão inquietas e perturbadas, nossa necessidade não deve ser nos juntar ao caos, mas aderir à paz interior.
Um milagre é a transformação da percepção, a partir do medo, para o amor. É uma INTERCESSÂO divina a partir de um sistema de pensamentos muito além do nosso, rearranjando nossas percepções e, por conseguinte, nosso mundo, considerando a possibilidade da existência de outro caminho. E esse caminho existe, ELE vai mostrá-lo para nós.
‘Encarar’, não ‘se livrar’. (24 de Agosto, 2009)

Pedir a limpeza não é pedir o livramento da situação que nos aflige, se nos livrarmos dela sem o total reconhecimento do que ela está tentando nos dizer, iremos por outras vezes estar por ouvir sua voz, até que possamos estar aptos a prosseguir na caminhada. Os Alcoólicos Anônimos diz que todo problema carrega sua própria solução e o presente trazido pelos nossos desafios é a oportunidade de darmos um grande passo na atualização de nosso potencial.
Até que entremos nessa área, continuaremos bloqueados, porque Deus não consegue fazer por nós aquilo que Ele não consegue fazer por meio de nós.
Gastamos muito tempo em coisas pouco importantes-coisas sem significado e por razões que ninguém parece compreender profundamente, e essas coisas não essências ficam no centro de nossa existência terrena. Como parasitas, essas coisas (dívidas, relacionamentos,....) acabam drenando nossa força vital e nos impedindo de viver no sentido mais amplo da palavra. A única forma de nos livrarmos de seus efeitos perniciosos é caminharmos para longe... não daquelas coisas que precisam ser feitas, mas daqueles pensamentos que precisam morrer.
O momento atual está nos obrigando a olhar de frente todos os problemas que evitamos, forçando-nos a chegar à verdade essencial sobre nós mesmos. Não importa se gostamos ou não disso.
Então, e só, então, vamos nos tornar homens e mulheres capazes de resolver os problemas que nos afligem. Quando pulamos para dentro da área onde nosso Eu mais autêntico existe, entramos no domínio das infinitas possibilidades.
© 2009 Marcia Mendes
EMOÇÕES (5 de Agosto, 2009)
A mente, não é só pensamento. Nossas emoções, assim como todos os padrões de reações mentais e emocionais inconscientes estão inseridas na mente . A emoção está no lugar de encontro da nossa mente e o corpo.
Por exemplo um pensamento agressivo ou hostil vai acumulando, aos poucos, uma energia no corpo – a raiva. O corpo está sendo preparado para lutar. Quando nos encontramos ameaçados fisicamente ou psicologicamente o corpo se contrai, o que é a manifestação física daquilo que chamamos medo.
Em geral não temos consciência de todos os nossos padrões de pensamento. Só é possível trazê-los à consciência se observamos nossas emoções. Limpeza incessante.
Emoção em geral, representa um padrão de pensamento amplificado e energizado.
A emoção pode assumir o controle, e quase sempre consegue, a menos que estejamos presentes e alerta.
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Quando alimentamos o medo, o
ressentimento que foram gerados por nossas crenças, nos tornamos prisioneiros
dessas “distorções”.
O perdão é
diferente daquilo que a maioria de nós aprendeu. Pensamos, no perdão como algo
que devemos oferecer quando achamos que alguém é culpado. Perdoar não significa assumir uma posição de
superioridade, nem ter um comportamento de submissão ou tolerância em relação a
alguém que possa ter nos ferido. Perdoar significa corrigir nossa percepção
equivocada de que o outro nos prejudicou.
O ego é o
grande explorador de falhas, sempre enfatizando o que as pessoas fizeram de
errado.
O perdão
forja um novo contexto, no qual as pessoas podem se modificar mais facilmente.
As pessoas
não são perfeitas – isto é, ainda não expressam sua perfeição interior.
O exercício do perdão é nossa contribuição mais importante para a cura do mundo. Pessoas zangadas não podem criar um planeta pacífico.
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Crenças (22 de Julho, 2009)
As
reações surgem de uma crença arraigada dentro de cada um. O modo como uma
pessoa reage é repetido, tornando-se parte de sua rotina. Ela está condicionada
a ser de determinada maneira. Mudar as reações normais, a rotina, arriscar-se e
fazer escolhas diferentes, tudo isso é um grande desafio. Se ainda não sentimos o que desejamos, o
jeito é continuar mudando, até que o resultado seja satisfatório.
Quando temos consciência, temos escolha. Se pudéssemos
ter essa consciência o tempo todo, mudaríamos nossa rotina, nossas reações,
nossa vida toda. Quando temos consciência, recuperamos nosso livre-arbítrio, a
qualquer momento podemos fazer escolhas.
Tudo está ao nosso alcance, mas primeiro, precisamos ter a coragem de abrir os olhos, de usar a verdade, de ver o que realmente somos, observando o que acreditamos, o modo como nos julgamos, a maneira como nos castigamos.
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Pra
que serve a razão?
A
maioria de nós tem um sistema de crenças baseado em experiências do passado e
nas percepções dos sentidos físicos. Já pensou algum dia que aquilo em que
acreditamos é aquilo que vemos? Ou o que você vê é o que você tem.
Como nossos sentidos físicos parecem retransmitir
informações do mundo externo para o nosso cérebro, podemos acreditar que o
nosso o nosso estado de espírito é inteiramente controlado pelo retorno que
recebemos. Essa crença contribui para que nos sintamos sozinhos, isolados. Isso
pode nos deixar com a impressão de que o mundo que vemos nos leva a sentir
irritação, depressão, ansiedade e medo. Esse
sistema de crenças pressupõe que o mundo externo é a causa e nós, o efeito.
Que aconteceria se acreditássemos que o que vemos é
determinado pelos pensamentos de nossa mente? Talvez pudéssemos acalentar uma
idéia que, nesse momento, parece pouco natural e estranha a nós, isto é, que nossos pensamentos são a causa e o que
vemos é o efeito. Nesse caso, não faria sentido acusar o mundo, nem os que
habitam nele, das misérias e sofrimentos que sentimos, porque, então, seria
possível considerar a percepção como “um
espelho” e não “um fato”
Talvez conviesse questionar a nossa necessidade de tentar controlar o mundo externo. Podemos, em vez disso, controlar permanentemente o nosso mundo interior escolhendo pensamentos que queremos ter na cabeça. A paz da mente começa com os nossos próprios pensamentos e estende-se para fora. É a partir da nossa paz da mente (causa) que surge uma percepção da paz do mundo (efeito)
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Foto © Felipe de Lima Prado
Estou Aprendendo (08 de Julho, 2009)
Estou
aprendendo que um comportamento assertivo é uma aptidão que pode ser aprendida,
desenvolvida e mantida através da prática frequente. Estou aprendendo também,
que ser amado e aprovado por todos aqueles que são importantes para mim é uma
meta perfeccionista e inatingível. Estou aprendendo que algumas pessoas cujo
amor e aprovação eu sempre procurei desesperadamente, são incapazes de me amar,
devido às suas próprias limitações e deficiências impostas pelo seu sistema de
crenças. Estou aprendendo que a minha preocupação excessiva em ser amado leva,
inevitavelmente, à ansiedade e preocupação e que esses sentimentos podem durar
para sempre se eu insistir neste comportamento. Estou aprendendo que a busca
sem fim de aprovação dos outros significa
viver a minha própria vida nos termos dos outros ao invés de buscar as minhas
próprias metas. Que desta maneira, troco meu auto-respeito por algumas palavras
passageiras de aprovação e uma pálida coleção de sorrisos.
Querido
Deus faz de mim uma força pelo bem
Todos
compromissos eu te entrego
Peço
apenas para ser carregada em seus braços
Para
que eu conheça alegria da entrega total
Quem
quer que eu não perdoe mostra-me como fazê-lo
Pois
desejo livrar-me das culpas deste mundo
Deus
amado faz-me feliz estou pronta para superar minha dor infantil
Serenidade
e Desligamento Emocional
O
que é serenidade?
O
termo é definido de varias maneiras: a calma, o sossego, a paz, e
tranqüilidade, a paz da mente, o equilíbrio emocional, o estado não perturbado,
o sangue frio e o domínio de si mesmo.
Contudo do ponto de vista prático, talvez a melhor
definição seria “a capacidade de viver
em paz com os problemas não resolvidos”.
Nem sempre concordamos, ou gostamos, com o modo como as
coisas acontecem ou são conduzidas a nossa volta, temos este direito. Temos o
direito de escolher nossos gostos e opiniões, como todas as pessoas têm; mas
temos obrigação de respeitar
quem é, sente, e pensa diferente de nós
e vice-versa.
Em muitos momentos é possível que seja verdade que
estejamos coerentes e certos em nossas posições, mas muitas vezes isto
contribui pouco ou quase em nada para mudar a realidade a nossa volta.
O que fazer então?
Entregar-se a sentimentos oriundos da contrariedade, como
a raiva, a revolta e sentimentos de revanchismo?
ACEITAR
A aceitação é um
ato do LIVRE ARBÍTRIO, mas, para ser eficaz, requer a CORAGEM moral de
se persistir apesar do problema “imutável”.
A aceitação liberta o aceitante, rompendo-lhe as cadeias
da auto-piedade.
Talvez, em última análise, o início da SABEDORIA esteja na simples admissão de que as coisas nem sempre são
como queríamos que fossem.
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“GUARDAR RESSENTIMENTO É COMO TOMAR VENENO E ESPERAR QUE A OUTRA PESSOA MORRA”
(William Shakespeare)
Você recebeu um tratamento péssimo daquele cliente, daquele namorado, do professor, do seu marido, dos seus pais, dos seus filhos, dos vizinhos , do seu chefe, dos seus amigos...
Você tem toda razão em ter sentido mágoa, tristeza e desapontamento quando isso aconteceu.
Mas sentir tais coisas só tem lógica se for naquele momento.
NUNCA MAIS
Se você está, ainda hoje, sentindo essa decepção, essa tristeza, essa mágoa com outra pessoa, então você está ressentido, com ela. Qual a razão de usar sua mente para sentir novamente coisas ruins, fragilidades e decepções? Sentir coisas ruins novamente não tem absolutamente nenhuma função, exceto prender você ao passado e tornar você uma eterna vítima.
Ao guardar qualquer ressentimento você está se acorrentando a alguém que lhe fez mal, mesmo que essa pessoa não queira mais isso. Você está re-sentindo a dor que só existe em sua memória. A outra pessoa, por pior que tenha sido, não será prejudicada por seu ressentimento.
MAS VOCÊ SERÁ!
Achamos simplesmente: não há outra escolha além de reagir ao problema ou à pessoa dessa maneira obcecada.
DESLIGUE-SE
Desligamento envolve “viver o presente”. Desligamento também envolve aceitar a realidade – os fatos. Requer fé em nós mesmos, em Deus, em outras pessoas. Livramo-nos de nossas cargas e preocupações e permitimo-nos a liberdade de gozar a vida apesar de nossos problemas não resolvidos. Com o tempo saberemos que tudo está bem, porque veremos como as coisas mais estranhas ( e as vezes mais dolorosas) mudam para melhor e para o benefício de todos.
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RAIVA (17 de Junho, 2009)
Sensações de raiva fazem parte da vida de quase todo mundo. Crianças
sentem raiva; adolescentes sentem raiva; adultos sentem raiva. Às vezes a raiva
ocupa uma parte de nossa vida. Mesmo se não estamos gritando, mesmo se não
estamos tentando fingir que não estamos com raiva, estamos loucos de raiva.
Lançamos olhares e fazemos gestos que nos denunciam. A hostilidade está emboscada bem abaixo da superfície, esperando a
oportunidade de aflorar.
-Se sentimos raiva é porque alguém nos fez sentir assim e essa pessoa é responsável pela correção do nosso sentimento.
-Se sentimos raiva de alguém, essa pessoa tem de mudar o que está fazendo para que não tenhamos raiva.
Às vezes, preferir continuar com a raiva, contribui para que nos sintamos menos vulneráveis e mais poderosos. É como um escudo protetor. Se estamos com raiva, não nos sentiremos feridos ou com medo.
Infelizmente, muitos de nós mordemos a língua, enrijecemos os ombros, a empurramos para o estômago, a deixamos chacoalhar em volta de nossa cabeça, fugimos dela, a medicamos. Culpamos a nós mesmos, transformamos a raiva em depressão, nos jogamos na cama, desejando morrer, e ficamos doentes por causa dela.
Então o que fazemos com todo esse vapor dentro de nós? A mesma coisa que fazemos com quase tudo que tem a ver conosco: reprimimos. Às vezes nossa raiva pode vazar impropriamente. Gritamos com alguém com quem não queremos gritar. Fechamos a cara, torcemos os lábios e contribuímos para que as pessoas não desejem ficar perto de nós.
Se a raiva for reprimida por tempo demais, acabará fazendo mais que vazar. As emoções desagradáveis são como mato. Não desaparece só porque o ignoramos; crescerá selvagemente e tomará conta de tudo. Nossos sentimentos de raiva um dia poderão explodir. E poderemos dizer coisas que não queremos dizer. Poderemos perder o controle e desandar a brigar... Ou poderemos fazer algo para nos machucar. Ou a raiva transformar-se em amargura, ódio, desprezo, repulsa ou ressentimento.
Temos todo direito de sentir raiva. E os outros também. Mas também temos a responsabilidade de lidar com nossa raiva apropriadamente.
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Cuidando do Meu-estar Espiritual (10 de Junho, 2009)
Sou responsável por viver bem ou viver mal a minha vida. Sou responsável por cuidar de meu-estar espiritual, emocional, físico e financeiro. Sou responsável por resolver meus problemas ou aprender a conviver com os problemas que não posso resolver. Sou responsável por minhas escolhas. Sou responsável pelo que dou e recebo. Sou também responsável por estabelecer e alcançar meus objetivos. Sou responsável pelo quanto gosto de viver, pelo prazer que encontro no meu dia a dia. Sou responsável pelo que faço a outros e pelo que permito que outros façam a mim. Sou responsável pelos meus desejos e necessidades.
Tudo em mim, cada
aspecto de meu ser é importante. Eu tenho valor. Meus sentimentos podem ser
confiáveis. Meu pensamento é apropriado.
Tenho
direitos, e é minha responsabilidade que assegura-me desses direitos. As decisões que tomo e a forma que conduzo a mim
mesmo refletirá minha auto-estima. Também considerarei os direitos daqueles a
minha volta – o direito de viver suas vidas como desejam.
O cuidado
próprio é uma atitude de respeito mútuo.
Precisamos
fazer pelo menos alguma coisa pequenina a cada dia para começar a andar para
frente.
SINTO MUITO TE AMO SOU GRATA
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O Teor Real das Circunstâncias (03 de Junho, 2009)
Nossas presentes circunstâncias foram
alteradas, já não são tão confortáveis como eram e temos que aceitar uma
situação nova. Queremos sentir-nos confortáveis de novo. Não estamos em paz com
a realidade. Perdemos nosso equilíbrio temporariamente.
Deparamo-nos
com encontros não cumpridos, promessas falsas, perda da segurança financeira, a
fé nas pessoas que amamos, a fé em Deus, a fé em nós mesmos.
·
Aceitar
a realidade? Como, se na metade do tempo nem mesmo sabemos o que é realidade? Estamos Programados.
Aceitar não
significa adaptação. Não significa resignação. Significa, NO MOMENTO PRESENTE, PERCEBER com ajuda
de Deus o teor real das circunstâncias, incluindo a nós mesmos e as pessoas
em nossas vidas, do jeito que somos e como elas são. Somente a partir daí
teremos paz e a capacidade de avaliar a situação presente, e efetuar mudanças
apropriadas e resolver nosso problema.
Nesse processo somos convocados a pegar a nossa rede e fazer um arrastão. Podemos ficar confusos, surpresos e terrivelmente magoados com as coisas que iremos descobrir lá no fundo de nós mesmos. Mas a dor virá junto com cura, e também com a deliciosa sensação de que nossos espaços estão sendo preenchidos e essa completeza chama-se VIDA, e vida em ABUNDÂNCIA.
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A MENTE DE DEUS (27 de Maio, 2009)
Filho Meu, dá-Me o teu entendimento. Eu o conservarei em
perfeita tranquilidade. Dá-me os teus pensamentos. Eu os conservarei em paz. Se
permitires que outra pessoa (ego) pense por ti, ficarás angustiado. Se tentares
fazê-lo por ti mesmo, podes incorrer no erro atraves de um conhecimento limitado
ou de uma informação falsificada. Deixa, pois, que a Mente de Deus se fixe em
ti. Permite que o Meu pensamento desloque e abandone a tua mente e as tuas
razões, e te conservarás em paz e em ordem, e reconhecerás exata e precisamente
o que é direito, o que é verdadeiro e qual o curso apropriado de tuas ações. Se
tomas do Meu Espírito para a obtenção da tua força física, assim toma da Minha
mente para obteres sabedoria, entendimento, e paz de consciência. Faze disto um
hábito na tua vida, e ficarás deslumbrado com os resultados e as realizações que
obterás. Ao invés de seres orientado pelos teus impulsos, serás dirigido pela
Divina Inteligência.
Texto do livro "Vinde Amados Meus"
Devo ter decidido errado, porque não estou
em paz.
Tomei a decisão por mim mesmo, mas posso também decidir de outra
forma.
Quero decidir de outra forma, porque quero estar em paz.
Não me
sinto culpado porque o Espírito Santo vai desfazer todas as consequências da
minha decisão errada se eu Lhe permitir.
Escolho permitir-Lhe, deixando que
Ele decida a favor de Deus por mim.
Texto de "Um Curso em Milagres"
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